TEM ONDA

Câmera ao vivo - Praia de São Vicente (SP) e Santos (SP)

20 de jul de 2019

Gabriel Medina dá show em Jeffreys Bay 2019

Gabriel Medina dá show, vira no fim, chega perto da nota máxima e é campeão da etapa de J-Bay
Atual campeão mundial dá show nos últimos cinco minutos, anota um 9.77 e bate Ítalo Ferreira na primeira decisão 100% brasileira da história da tradicional etapa sul-africana



 Gabriel Medina dá show, vira no fim, chega perto da nota máxima e é campeão da etapa de J-Bay  Gabriel Medina dá show, vira no fim, chega perto da nota máxima e é campeão da etapa de J-Bay
Divulgação/WSL

A final masculina da etapa de Jeffreys Bay do Circuito Mundial de Surfe entrou para a história antes mesmo de começar. Com Gabriel Medina e Ítalo Ferreira decidindo o título sul-africano, era a primeira decisão 100% brasileira da história da etapa. E a coroa ficou com Gabriel Medina, seu primeiro título na África do Sul, com muito estilo. Medina anotou 19.50, de um máximo de 20 pontos, contra 16.77 e Ítalo para ficar com a taça.



Com os resultados da sexta de 11 etapas desta temporada, Filipe Toledo, que caiu na semifinal, ficou com a 2ª posição do ranking mundial, atrás apenas do americano Kolohe Andino, que também foi eliminado na semi. Ítalo Ferreira, apesar do vice, subiu da sexta à quarta posição. Medina, que era oitavo, agora é o sétimo. A próxima parada do Tour é nos tubos de Teahupoo, no Taiti, entre 21 de agosto e 1º de setembro - Medina é o atual vencedor.

Ranking mundial masculino da WSL

1- Kolohe Andino (EUA) 33.845
2- Filipe Toledo (BRA) 33.280
3- John John Florence* (HAV) 32.425
4- Ítalo Ferreira (BRA) 29.950
5- Kanoa Igarashi (JAP) 29.450
6- Jordy Smith (AFS) 29.365
7- Gabriel Medina (BRA) 26.895
8- Kelly Slater (EUA) 21.055
9- Ryan Callinan (AUS) 20.130
10- Julian Wilson (AUS) 18.140
Fonte: WSL
* John John Florence rompeu o ligamento cruzado e está fora da temporada

- É muito bom. É muito difícil ganhar esse campeonato. Eu não estava esperando essa vitória. Tudo isso começou depois da vitória sobre Ryan Callinan, que virei na última onda. Nada é impossível - disse Medina ainda dentro d'água.

A bateria começou forte. Logo de cara, Ítalo Ferreira chegou com o pé na porta, anotando um 9.10 na primeira onda da bateria. Medina demorou um pouco, mas respondeu a altura. Com uma sequência de manobras espetacular em uma onda muito grande, o atual campeão mundial conseguiu um 9.73 e encostou na disputa.

Na reta final, Ferreira conseguiu um 7.67 para colocar pressão no atual campeão mundial e Medina respondeu com outra onda espetacular. Com direito a um tubo sensacional para fechar a onda, Gabriel anotou um 9.77, somando 19.50 e ficando com o título.

Gabriel é o primeiro surfista goofy (que surfa com o pé direito na frente da prancha) campeão em Jeffreys Bay desde 1984, a primeira edição da etapa sul-africana na elite do surfe mundial.

Carissa Moore vence e assume liderança

Entre as mulheres, a havaiana Carissa Moore ficou com o título. Na decisão, Carissa bateu Lakey Peterson por 15.47 a 14.60, em uma bateria decisiva muito disputada. Com o resultado, a havaiana assumiu a liderança do ranking mundial, passando a australiana Sally Fitzgibbons, que foi eliminada nas quartas-de-final pela também havaiana Malia Manuel.

Carissa Moore comemora o título em J-Bay — Foto: Divulgação/WSL Carissa Moore comemora o título em J-Bay — Foto: Divulgação/WSL
Carissa Moore comemora o título em J-Bay — Foto: Divulgação/WSL


Confira as baterias do dia que fecharam a etapa de J-Bay
Quartas-de-final (masculino)
1. Owen Wright (AUS) 14.60 x 15.67 Gabriel Medina (BRA)
2. Kolohe Andino (EUA) 15.43 x 14.10 Adrian Buchan (AUS)
3. Filipe Toledo (BRA) 15.00 x 14.40 Sebastian Zietz (HAV)
4. Kanoa Igarashi (JAP) 12.37 x 15.53 Ítalo Ferreira (BRA)

Semifinais (masculino)
1. Gabriel Medina (BRA) 14.30 x 14.00 Kolohe Andino (EUA)
2. Filipe Toledo (BRA) 14.00 x 17.50 Ítalo Ferreira (BRA)

Final (masculino)
Gabriel Medina (BRA) 19.50 x 16.77 Ítalo Ferreira (BRA)

Semifinais (feminino)
1. Caroline Marks (EUA) 12,67 x 14,33 Carissa Moore (HAV)
2. Malia Manuel (HAV) 11,00 x 15,27 Lakey Peterson (EUA)

Final
Carissa Moore (HAV) 15.47 x 14.60 Lakey Peterson (EUA)

por Globo Esporte

19 de jul de 2019

Medina, Filipinho e Ítalo passam, e Brasil tem três feras nas semifinais em Jeffreys Bay
Bicampeão mundial bate Owen Wright e pega Kolohe Andino por lugar na decisão; Filipe Toledo vira no finzinho sobre Sebastian Zietz e encara Ítalo Ferreira, que tirou o japonês Kanoa Igarashi


Gabriel Medina, Filipe Toledo e Ítalo Ferreira estão nas semifinais em Jeffreys Bay. Oitavo no ranking, o bicampeão mundial bateu o australiano Owen Wright (17º) na primeira bateria das quartas realizadas na manhã desta sexta-feira; Filipinho (3º) superou o havaiano Sebastian Zietz (29º) nos últimos instantes da terceira batalha; e Ítalo (6º) fechou a questão tirando o japonês Kanoa Igarashi (5º) e garantindo três brasileiros na semi da 6ª etapa do Circuito Mundial.

A próxima parada de Medina será diante de Kolohe Andino. Virtual líder do campeonato em função da séria lesão no joelho direito sofrida por John John Florence (e fora da temporada), o americano eliminou o australiano Adrian Buchan. Filipe Toledo, por sua vez, fará o duelo brasuca com Ítalo na outra semifinal.


Sob muito vento, as batalhas do dia em J-Bay começaram com Gabriel na água. O paulista abriu com um 6,67 e depois viu Owen esboçar uma reação. Faltando 4 minutos para o fim, no entanto, Medina definiu a vitória. Fechou uma onda sensacional, com direito a tubo, levou um 9.00. Com somatório de 15,67, jogou pressão para o australiano, que até ainda teve tempo de uma boa tentativa, porém não o suficiente para reverter o quadro.

Filipinho vira no último suspiro

Em uma bateria para lá de equilibrada, Filipe Toledo precisou de uma onda vencedora nos momentos finais para liquidar Sebastian Zietz. O havaiano passou à frente totalizando 14,40, mas Filipinho partiu para dentro e foi buscar. Precisando de 7,91, o paulista conseguiu um 8 cravado e assumiu a ponta. Zietz ainda fez uma tentativa derradeira, porém sem sucesso.

Confira as baterias das quartas de final (masculino)

1. Owen Wright (AUS) 14,60 x 15,67 Gabriel Medina (BRA)
2. Kolohe Andino (EUA) 15,43 x 14,10 Adrian Buchan (AUS)
3. Filipe Toledo (BRA) 15,00 x 14,40 Sebastian Zietz (HAV)
4. Kanoa Igarashi (JAP) 12,37 x 15,53 Ítalo Ferreira (BRA

Por Globo Esporte

13 de jul de 2019

Gabriel Medina e Filipe Toledo passam voando e chegam às oitavas de final em Jeffreys Bay

Bicampeão mundial bate Colapinto, enquanto Filipinho vence February; Deivid Silva e Willian Cardoso também seguem, mas Mineirinho, Yago Dora e Michael Rodrigues ficam fora




 Gabriel Medina e Filipe Toledo passam voando e chegam às oitavas de final em Jeffreys Bay Gabriel Medina e Filipe Toledo passam voando e chegam às oitavas de final em Jeffreys Bay
Divulgação/WSL

Após dois dias de molho, recomeçou na manhã deste sábado a etapa de Jeffreys Bay, com Gabriel Medina, Filipe Toledo, Deivid Silva, Willian Cardoso e Peterson Crisanto se garantindo nas oitavas-de-final. O bicampeão mundial derrotou sem problemas o americano Griffin Colapinto, Filipinho passou pelo sul-africano Michael February, Deivid Silva tirou do caminho o francês Jeremy Flores, Willian ganhou o duelo brasuca com Michael Rodrigues, Peterson Crisanto bateu o havaino Seth Moniz e Ítalo Ferreira passou pelo australiano Jack Freestone.

Medina terá como próximo oponente o australiano Ryan Callinan, que eliminou Yago Dora, e Deivid medirá forças com o americano Kolohe Andino (2º do ranking), algoz de Adriano de Souza, o Mineirinho. Já Filipinho terá o encontro verde e amarelo com Willian Cardoso.




Medina sobra; Yago e Mineirinho são eliminados
Gabriel Medina dominou desde o início a terceira bateria e avançou suave. Conseguindo 7,83 e 7,17 como melhores ondas, o surfista paulista (8º na temporada) somou 15 cravados e superou Colapinto com tranquilidade. O americano obteve um total de 10,00 (6,50 e 3,50).

A disputa entre Dora e Callinan veio na sequência, e o curitibano esteve muito perto da vitória. Chegou a 11,33 e liderava até os minutos finais da batalha, quando o adversário foi buscar uma nota 7,43 e alcançou o somatório de 13,10, selando a classificação. Já Mineirinho caiu por 12,33 a 9,80 para Andino e também deu adeus ao título na África do Sul.

Deivid derruba Flores e segue firme
Com desempenho dominante, Deivid Silva passou e se mantém na briga em Jeffreys. Totalizando 13,43 (6,50 e 6,93), o paulista de Guarujá derrubou Jeremy Flores (11,70) e se qualificou para encarar o vice-líder do Circuito Kolohe Andino.

Filipinho vira, vence bem e pega Willian nas oitavas
Filipe Toledo terá compatriota pela frente nas oitavas-de-final — Foto: Divulgação/WSL Filipe Toledo terá compatriota pela frente nas oitavas-de-final — Foto: Divulgação/WSL
Filipe Toledo terá compatriota pela frente nas oitavas-de-final — Foto: Divulgação/WSL


Felipe Toledo, por sua vez, teve trabalho com Michael February, mas resolveu o problema após sua terceira onda (7,10), fazendo o total pular de 8,17 para de 14,77 e pulverizando os 10,40 obtidos pelo sul-africano.

Terceiro colocado no Mundial, Filipinho terá agora como desafio Willian Cardoso. O catarinense levou a melhor no equilibrado embate com Michael Rodrigues, passando de fase com o triunfo por 14,03 a 12,10.

Ítalo atropela Freestone e encara Kelly Slater
No fim do dia, mais dois brasileiros garantiram vaga entre os 16 melhores atletas da etapa. Ítalo Ferreira não tomou conhecimento do australiano Jack Freestone, venceu por 15,16 a 9,70, com direito a um 8,23 na última onda. Na próxima fase, tem missão duríssima, encara o americano Kelly Slater.

Peterson Crisanto também teve vida relativamente tranquila, venceu por 13,50 a 11,66. Apesar da impressão que a pouca diferença passa, Crisanto começou a bateria muito forte, conseguindo as duas notas finais logo nas três primeiras ondas.

Por GloboEsporte.com — Jeffreys Bay, África do Sul

À espera de melhores ondas, WSL decreta mais um dia de folga na África do Sul
Por GloboEsporte.com — Jeffreys Bay, África do Sul



 Condições do mar melhoram, mas etapa de Jeffreys Bay tem segundo dia de lay day Condições do mar melhoram, mas etapa de Jeffreys Bay tem segundo dia de lay day
WSL


A expectativa era de retomar a ação, mas os surfistas continuaram em terra firme nesta sexta-feira em Jeffreys Bay. Pelo segundo dia seguido, a WSL (Liga Mundial de Surfe) decretou lay day na etapa sul-africana do Circuito Mundial. As condições do mar até melhoraram no fim da tarde (manhã no Brasil), mas após três chamadas a organização do evento confirmou o dia de folga e agendou a próxima chamada para o sábado, às 2h30 (de Brasília).

- O swell começou a se formar, mas ainda está muito inconsistente. Estou certo que vai haver algumas ondas melhores antes de anoitecer, mas não o suficiente para realizar a etapa. A previsão é muito boa para sábado - explicou Travis Logie, comissário da WSL.


Quando o mar de J-Bay for tomado pelos surfistas novamente, o Brasil vai estar bem representado. Entre os homens, 10 dos 32 classificados para a terceira rodada são brasileiros, incluindo Gabriel Medina, Filipe Toledo e Ítalo Ferreira, que estão no top 10 da temporada. Entre as mulheres, Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima disputam as oitavas de final.

A janela de competição em Jeffreys Bay se estende até o dia 22 de julho.

por Globosporte

28 de jun de 2019

Paris 2024: Taiti pode ser candidato às provas de surfe na Olimpíada, segundo jornal

Famosa onda de Teahupoo, na "Praia dos Crânios Quebrados", seria uma das opções na Polinésia Francesa


 Paris 2024: Taiti pode ser candidato às provas de surfe na Olimpíada, segundo jornal  Paris 2024: Taiti pode ser candidato às provas de surfe na Olimpíada, segundo jornal


Divulgação / ASP

Após a confirmação do surfe na grade olímpica de Paris 2024 na última quarta-feira, foi aberta uma concorrência para ver qual praia irá sediar as provas da modalidade. Como a capital francesa não tem um local propício para a prática da modalidade, uma candidatura improvável pode surgir nessa briga que promete se ser acirrada. De acordo com o jornal francês "L´Équipe", o Taiti, localizado a 15.000 km de Paris, tem chances de entrar na disputa que, por enquanto, já conta com outras 3 candidatas: Lacanau, Biarritz e La Torche.


Maior ilha da Polinésia Francesa, o Taiti tem uma das ondas mais famosas do mundo, Teahupoo, também conhecida aqui no Brasil como a "Praia dos Crânios Quebrados". Ela recebe uma etapa do Circuito Mundial e também já foi cenário do filme "Caçadores de emoção".

Na última quarta-feira, o comitê organizador dos jogos lançou um edital de licitação para as regiões que quiserem ser candidatas a um local olímpico oficial. Os concorrentes têm até 15 de julho para enviar seu pedido. A seleção final deve ser feita até o fim de 2019.

Por Globoesporte.com — Paris, França

Itararé Câmera Surf

Maresias recebe primeira etapa do Surf Attack nesse final de semana

Destaque da competição fica por conta de Ryan Kainalo, de 13 anos que soma 5 títulos


A praia de Maresias, em São Sebastião, vai sediar entre sexta-feira, 28, e domingo, 30, a primeira etapa do Surf Attack, o circuito paulista de base, considerado o mais tradicional do país. A competição reúne mais de 230 surfistas, de diferentes estados do país. O circuito conta com seis categorias em disputa: júnior (sub-18), mirim (sub-16), iniciante (sub-14), estreante (sub12), petit (sub-10) e a feminina (sub-16).



Ryan Kainalo é o destaque na abertura do Circuito em Maresias — Foto:  Munir El Hage  Ryan

Um dos grandes destaques da competição é Ryan Kainalo, de apenas 13 anos, mas que já coleciona 5 títulos do Surf Attack. Em 2019, ele aparece como o grande destaque e vai competir em três categorias, incluindo a júnior, duas acima da sua, tendo como prioridade a iniciante, nessa ele ainda não ergueu a taça.

O evento inclui surfistas representantes de cinco estados. Realizado desde 1988, o Surf Attack revelou grandes nomes para o surfe mundial, como Gabriel Medina, Adriano Souza e Filipe Toledo. A competição define os campeões paulistas nas categorias de base.

Por GloboEsporte.com — São Sebastião, SP

23 de jan de 2019

Ideias de tatuagens masculinas para fazer no braço

As tatuagens masculinas são um simbolo dos homens modernos e antigos, em diferentes idade e culturas.
As tatuagens são utilizadas pelo humanidade a centenas de milhares de anos, e para diversos fins.
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A tatuagem já foi utilizada para fins militares, para amedrontar inimigos e como simbolo de conquistas em batalha.
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Também como simbolo de poder, politico econômico e social, por civilizações antigas.
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Hoje em dia as tatuagens masculinas, tem um simbolismos mais cultural, e em alguns casos sócio-econômico.
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Os modelos e estilos de tatuagens masculinas são diversos e possuem desenhos para todos os gostos.

27 de nov de 2018

Australiana se torna a maior surfista da sua geração com o título de 2018, repetindo conterrânea aposentada; taça veio após eliminação de Lakey Peterson em Maui.



Stephanie Gilmore é a maior surfista da sua geração. Nesta segunda-feira, a australiana de 30 anos conquistou pela sétima vez o título mundial de surfe e igualou o feito da conterrânea Layne Beachley, também sete vezes campeã. Layne encerrou a carreira em 2006, também com a taça. Um ano depois, Stephanie começou sua caminhada e a escalada de conquistas: 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014 e agora em 2018. A confirmação do troféu veio logo no segundo round da etapa de Maui, no Havaí. Com Lakey Peterson eliminada, Gimore não podia ser mais alcançada no ranking.

Nesta temporada, a australiana venceu as etapas de Bells Beach, Saquarema e Jeffreys Bay. Foi também segunda colocada em outras duas etapas. E terceira em mais uma. Em Maui, Stephanie foi bem no round 1, avançando direto para o round 3. Em sua bateria, derrotou Alana Blanchard e Sage Erickson. Lakey Peterson, que podia alcançá-la na disputa, foi eliminada logo no round 2, a repescagem, por Alana Blanchard.



Stephanie começou a surfar aos 10 anos, no boadyboard. Aos 17, já no surfe, passou a competir em torneios profissionais da WSL. No seu primeiro ano como profissional, não decepcionou e conquistou o tour de 2007. Fulminante, foi vencendo em sequência até 2010. Repetiu o feito em 2012 e depois em 2014. Nos últimos quatro anos, chegou a bater na trave, e agora voltar a conquistar o tour de surfe.

Por globoesporte

5 de jul de 2018

O brasileiro Filipe Toledo foi dominante em Jeffreys Bay

O brasileiro Filipe Toledo foi dominante e mostrou sua supremacia nas águas de Jeffreys Bay, na África do Sul. Nesta quinta-feira, o campeão dessa etapa em 2017 conseguiu seu sonhado bicampeonato ao derrotar o australiano Wade Carmichael.


Filipinho Toledo na final de Jeffreys Bay (Foto: Reprodução) Filipinho Toledo na final de Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)
Filipinho Toledo na final de Jeffreys Bay (Foto: Reprodução)
A bateria de 40 minutos da final começou devagar. Mas quando chegou a hora, Filipinho deu show. Depois de oito minutos do início da disputa, o brasileiro fez uma descida espetacular, com um reverse, rasgadas e um bonito tubo. A torcida foi à loucura. Carmichael tentou dar o troco na sequência, mas a onda não veio tão limpa, e ele não conseguiu desenvolver. Toledo ganhou 8,5 pela nota, e somando aos 0,50 que já tinha, ficou com 9,00.

Wade não deixou barato ao ver a nota do brasileiro disparar. O brasuca chegava a 15,43 com a nota 8,50 e mais um 6,93 que pegou na sequência. O australiano então conseguiu uma descida bonita para equilibrar mais o confronto. Ele com um floater e conseguiu boas rasgadas, sendo aplaudido por seus torcedores presentes na areia. Ganhou 8,00, ficando com 15,33, pertinho de Filipinho.

O brasileiro, contudo, não sentiu a pressão, seguiu tranquilo na água, dominante, mostrando que vive grande fase na temporada. Em mais uma tentativa, conseguiu trocar seu 6,93 por um 8,30 que elevou seu somatório a 16,80, faltando poucos minutos para o fim.

Wade Carmichael ainda tentou uma última cartada, mas caiu. Filipinho desceu para outra, mas também não completou. Faltando poucos segundos para o término, o australiano foi para o tudo ou nada: até conseguiu uma boa performance, mas arriscou um aéreo no fim e caiu. Os brasileiros cantavam na area, com bandeiras do país, enquanto Toledo, emocionado, celebrava na água.
fonte globoesporte

9 de jun de 2018

Willian Cardoso bate Julian Wilson na final em Uluwatu e é campeão pela primeira vez
Em sua temporada de estreia no WSL, catarinense desbanca o australiano na decisão e se torna mais um brasuca a conquistar uma etapa de Mundial; mesmo com a derrota, Wilson assume o topo do ranking


 (Foto: WSL )

Enfim concluída na manhã deste sábado, a terceira etapa teve um novo brasileiro escrevendo seu nome no Circuito Mundial. Em sua temporada de estreia, Willian Cardoso bateu Julian Wilson na final em Uluwatu e conquistou sua primeira vitória na mais importante liga do surfe. Mesmo derrotado, o australiano assumiu a liderança do campeonato, desbancando Ítalo Ferreira, agora em terceiro, atrás de Filipe Toledo. Willian agora aparece em 5º lugar, com o Brasil colocando quatro representantes entre as cinco primeiras posições.

A vitória de Willian foi incontestável. Dominante desde o início da bateria, o brasileiro conseguiu somar 15,57 e obrigou Wilson a buscar nota superior a 9,00. Mesmo com bom desempenho em sua última tentativa, uma onda que lhe valeu 8,60, o australiano não pôde superar o catarinense de Camboriú, que pela primeira vez colocará em sua galeria um troféu do Circuito Mundial.

"Eu tive que dar o meu melhor hoje. Venci Julian Wilson, Mikey Wright e Filipe Toledo, que são todos grandes surfistas incríveis. Este é o melhor dia da minha vida"
Veja o ranking mundial

Oriundo do WQS este ano juntamente com Yago Dora e Michael Rodrigues, o catariense de 32 anos vinha de uma 5º colocação em Keramas e confirmou sua força ao faturar a coroa da etapa, inicialmente adiada em abril em Margaret River (em virtude da constante presença de tubarões) e complementada em Bali, na Indonésia.

Final
Julian Wilson (AUS) 14,43 x Willian Cardoso (BRA) 15,57

Semifinal
Bateria 1: Kolohe Andino (EUA) 14,53 x Julian Wilson (AUS) 15,83
Bateria 2: Mikey Wright (AUS) 13,66 x Willian Cardoso (BRA) 13,77

Quartas de final:
Bateria 1: Kolohe Andino (EUA) 14,33 x Conner Coffin (EUA) 11,83
Bateria 2: Julian Wilson (AUS) 16,20 x Jordy Smith (AFS) 15,50
Bateria 3: Gabriel Medina (BRA) 10,90 x Mikey Wright (AUS) 11,13
Bateria 4: Filipe Toledo (BRA) 11,67 x Willian Cardoso (BRA) 14,24

fonte: globo esporte com
Tati é superada no finzinho por Johanne Defay e fica com o vice em Uluwatu
Francesa consegue onda salvadora a 2 minutos do fim e adia a primeira vitória da "havaiana-gaúcha" como representante do Brasil



Tatiana Weston-Webb ficou muito perto de conquistar sua primeira vitória defendendo as cores do Brasil. Em uma final com desfecho emocionante na manhã deste sábado, a “havaiana-gaúcha" acabou superada nos instantes derradeiros pela francesa Johanne Defay e ficou com a segunda colocação em Uluwatu, disputa válida pelo complemento da etapa de Margaret River, adiada em abril em virtude da constante presença de tubarões nas águas de Keramas, na Austrália.

De forma espetacular, Tati avançou à sua primeira decisão com a bandeira brasileira após arrasar Stephanie Gilmore na semifinal, conseguindo um total de 14,50 contra apenas 2,50 da hexacampeã mundial. Defay eliminou em sua semi outra australiana, Tyler Wright, em um duelo acirradíssimo e definido no detalhe (13,77 a 13,73).

A um passo da coroa em Bali, Tatiana liderava o duelo até faltarem dois minutos para o fim e jogou toda a pressão para cima da francesa. Precisando de 6,18 para vencer, Johanne Defay arriscou tudo em sua última onda e, com desempenho seguro, conseguiu dos juízes 6,63, somando 13,13 contra 12,67 de Tati, ficando com o título da etapa.

Quartas de final
Bateria 1: Carissa Moore (HAV) 12,66 x Tatiana Weston-Webb (BRA) 13,10
Bateria 2: Stephanie Gilmore (AUS) 11,83 x Bronte Macauley (AUS) 7,64
Bateria 3: Niki Van Dijk (AUS) 6,97 x Johanne Defay (FRA) 13,00
Bateria 4: Tyler Wright (AUS) 10,50 x Lakey Peterson (EUA) 9,84

Semifinal
Bateria 1: Tatiana Weston-Webb (BRA) 14,50 x Stephanie Gilmore (AUS) 2,50
Bateria 2: Johanne Defay (FRA) 13,77 x Tyler Wright (AUS) 13,73

Final
Tatiana Weston-Webb (BRA) 12,67 x Johanne Defay (FRA) 13,13

fonte: Globo esporte com
Gabriel Medina, Willian Cardoso e Filipe Toledo vão às quartas de final
Campeão mundial de 2014 registra melhor onda e maior pontuação do dia em Uluwatu. Tatiana Weston-Webb bate Carissa Moore e vai à semifinal da terceira etapa do Circuito Mundial


Gabriel Medina avança às quartas (Foto: WSL)
Gabriel Medina, Willian Cardoso e Filipe Toledo são os representantes do Brasil nas quartas de final da terceira etapa do Circuito Mundial de Surfe, realizada em Uluwatu, na Indonésia, quase dois meses após ter sido interrompida em Margaret River em virtude de ataques de tubarão. Medina e Cardoso protagonizaram um confronto eletrizante pela quarta fase e avançaram lado a lado, com Filipinho seguindo o exemplo na última bateria; Michael Rodrigues foi a única baixa do esquadrão brasileiro no round. No feminino, Tatiana Weston-Webb carimbou passaporte para a semifinal ao derrotar a tricampeã mundial Carissa Moore.

O americano Connor O’Leary parecia determinado a fazer Gabriel Medina e Willian Cardoso travarem um duelo particular pela segunda vaga em jogo na bateria. Com notas 7.33 e 7.30 conquistadas logo no início, O’Leary assumiu a liderança com folga. Mas Medina tinha outros planos: com um tubo muito profundo seguido de uma série de rasgadas fortes, ele conseguiu uma nota 9.00, a melhor do dia, e virou a bateria. Willian Cardoso, que parecia longe da classificação num desconfortável terceiro lugar precisando de 7.90, arrancou um 7.93 dos juízes nos instantes finais e assumiu a segunda colocação. Medina ainda coroou a vitória com um 8.07, totalizando 17.07. Com 14.66, Willian também carimbou passaporte para as quartas, enquanto O’Leary deu adeus ao evento com e 14.63.

– Estou muito feliz por estar nas quartas, ainda mais porque a previsão é de que o mar melhore. Adoro surfar para a esquerda, vamos ver o que o mar reserva para a próxima fase – disse Medina, que agora terá o australiano Mikey Wright pela frente.

O último confronto da quarta fase colocou Filipe Toledo, candidato à liderança do ranking mundial, diante do australiano Mikey Wright e do francês Joan Duru. Numa bateria de poucas ondas, o brasileiro conquistou notas 5.67 e 4.83, garantindo a classificação em primeiro, com 10.50 pontos, contra 8.83 de Wright e 7.44 de Duru. Nas quartas, Filipinho terá pela frente um duelo brasileiro contra Willian Cardoso.

– Chegar às quartas é outro resultado sólido para mim, estou muito feliz – comemorou Filipe. – Vai ser muito legal fazer essa bateria com o Willian, nós dois perdemos nas quartas em Keramas e um de nós vai mais longe aqui. Estou muito grato por ter a oportunidade de surfar em Uluwatu.

Carrasco de Ítalo dá adeus
Responsável pela eliminação do líder do ranking Ítalo Ferreira, Michael Rodrigues não conseguiu dar sequência ao bom momento na quarta fase. Primeiro brasileiro a entrar na água nesta sexta, Michael Rodrigues fez tudo o que podia na segunda bateria, mas não foi páreo para o australiano Julian Wilson e o americano Conner Coffin. O surfista viu os rivais encontrarem ondas melhores e acabou em terceiro lugar, com 11.10 – Wilson avançou em primeiro, com 14.13, e Coffin em segundo, com 13.04.

Tati bate Carissa Moore e vai à semi
Após a disputa da quarta fase masculina, as mulheres entraram em ação em Uluwatu com a disputa das quartas de final. Escalada para a primeira bateria contra a havaiana Carissa Moore, a brasileira Tatiana Weston-Webb partiu com força total e conseguiu notas 7.33 e 5.00, mas viu a tricampeã mundial anotar dois 6.33 e assumir a liderança. Precisando de um 5.33, a brasileira encaixou duas batidas fortes nos minutos finais do confronto e conseguiu nota 5.77, virando a bateria e garantindo a vaga com 13.10, contra 12.66 da rival.

8 de jun de 2018

Ítalo cai para Michael Rodrigues em Uluwatu, e Filipinho pode virar líder
Caso vença o duelo brasuca com Yago Dora, Filipe Toledo chega à ponta provisória do Mundial; Michael e Medina avançam à 4ª fase da etapa que teve adiamento em Margaret

Italo Ferreira wsl


Após quase dois meses da interrupção e adiamento em virtude da indesejada e temida presença de tubarões em Margaret River, a etapa recomeçou nesta sexta-feira com a terceira rodada realizada agora em Uluwatu. E ela não foi nada boa para Ítalo Ferreira. Após vencer em Keramas e chegar à liderança do Mundial, o potiguar foi eliminado pelo compatriota Michael Rodrigues. Com o resultado, Ítalo pode perder o posto, e Filipe Toledo está de olhos bem abertos. Vice-líder, Filipinho fará o duelo brasuca com Yago Dora na bateria que abre o dia e, caso vença, assumirá provisoriamente a ponta. Terceiro colocado, o australiano Julian Wilson despachou o compatriota Kael Walsh e é outro que também pode chegar ao topo do ranking.



Ao desbancar o líder, Michael avançou à 4º rodada para disputar com o americano Conner Coffin e Julian Wilson uma vaga nas quartas de final. Gabriel Medina, quinto colocado no Circuito, também se classificou ao eliminar o australiano Jack Robinson e mira a coroa em Uluwatu para tentar chegar à dianteira do campeonato. Já Jessé Mendes foi superado no fim pelo americano Kolohe Andino e está fora.



Outros dois brasileiros entraram no mar na terceira rodada em Bali. Adriano de Souza, o Mineirinho, enfrentou William Cardoso na 9º bateria. Melhor para Cardoso, que somou 13,00 e seguiu na luta pelo título.

Líder eliminado
Ítalo Ferreira começou bem o round, conseguindo um 6,83 em sua primeira onda. O potiguar seguiu liderando até Michael Rodrigues obter um 8,27, somar 14,77 e assumir a ponta faltando 11 minutos para o fim. Ítalo, então, foi para o tudo ou nada e alcançou 6,10 em sua última tentativa, mas não foi suficiente para bater o Rodrigues.

Medina dentro
Já Gabriel Medina não teve muitos problemas para levar a 7ª bateria e se credenciar à quarta rodada. Mesmo sem apresentar um desempenho de destaque, o campeão mundial de 2014 fez o suficiente para um total de 10,50, batendo com sobras Jack Robinson, que chegou a somente 4,20.


Jessé fora
Jessé entrou em ação logo na 2ª bateria em uma disputa emocionante com o americano Kolohe Andino. O paulista do Guarujá obteve 7,40 em sua última onda e chegou a 14,33, superando Andino nos instantes finais, mas o americano deu o troco em seguida, conseguindo um providencial 6,07 para chegar a 14,47 e vencer a disputa no finzinho.

Round 3

Bateria 1: Owen Wright (AUS) 13,43 x Keanu Asing (HAV) 10,43
Bateria 2: Kolohe Andino (EUA) 14,47 x Jessé Mendes (BRA) 14,33
Bateria 3: Jordy Smith (AFS) 15,33 x Michael February (AFS) 7,26
Bateria 4: Ítalo Ferreira (BRA) 12,93 x Michael Rodrigues (BRA) 14,77
Bateria 5: Sebastian Zietz (HAV) 9,16 x Conner Coffin (EUA) 14,77
Bateria 6: Julian Wilson (AUS) 8,34 x Kael Walsh (AUS) 7,27
Bateria 7: Gabriel Medina (BRA) 10,50 x Jack Robinson (AUS) 4,20
Bateria 8: Michel Bourez (TAH) 11,06 x Conor O’Leary (AUS) 9,04
Bateria 9: Adriano de Souza (BRA) 12,37 x Willian Cardoso (BRA) 13,00
Bateria 10: Filipe Toledo (BRA) x Yago Dora (BRA) - Adiada
Bateria 11: Joel Parkinson (AUS) x Joan Duru (FRA) - Adiada
*Bateria 12: John John Florence (HAV) x Mikey Wright (AUS)

*Lesionado, John John está fora da etapa
fonte globoesporte.com